ATM (Articulação Temporomandibular)
Articulação que conecta a mandíbula ao crânio, responsável por abrir e fechar a boca. É uma estrutura anatômica, diferente de DTM, que é o conjunto de condições clínicas que podem afetar essa articulação.
Os termos que aparecem em um diagnóstico ou em um plano de tratamento, explicados em linguagem direta. Busque pelo termo ou navegue pelas letras.
Articulação que conecta a mandíbula ao crânio, responsável por abrir e fechar a boca. É uma estrutura anatômica, diferente de DTM, que é o conjunto de condições clínicas que podem afetar essa articulação.
Pequenas estruturas aderidas aos dentes durante o tratamento com alinhadores invisíveis, usadas para auxiliar movimentações específicas que a placa transparente sozinha não conseguiria realizar com a mesma precisão.
Substância injetável usada para estimular, de forma gradual, a resposta do próprio tecido ao longo do tempo, em indicações específicas. Diferente de um preenchimento volumizador, seu resultado não é imediato.
Camada de bactérias que se forma continuamente sobre os dentes e a gengiva. Seu controle diário (higiene) e profissional (remoção de cálculo) é a base da prevenção de gengivite e periodontite.
Conjunto de protocolos que reduz o risco de infecção cruzada em atendimentos odontológicos, barreira de proteção individual, esterilização de instrumentais e controle de resíduos, entre outros. No Brasil, é regulada pela vigilância sanitária, atualmente em atualização pela RDC 1.002/2025.
Carga imediata é a instalação de uma prótese em curto intervalo após a colocação do implante, em casos selecionados. Não significa que o implante já esteja biologicamente integrado, depende de estabilidade inicial, distribuição de forças e das características do caso.
Técnica em que informações do exame de imagem e do planejamento protético são integradas digitalmente para definir, com antecedência, a posição planejada dos implantes. Um guia cirúrgico auxilia a transferir esse planejamento para o procedimento, depende de indicação e não substitui a experiência clínica durante a cirurgia.
Fase posterior ao tratamento ortodôntico (com alinhadores ou outra ferramenta) que mantém os dentes na posição alcançada. Sem contenção adequada, os dentes podem se movimentar de volta, ao menos parcialmente, ao longo do tempo.
Protocolo diagnóstico padronizado internacionalmente para avaliar DTM, desenvolvido pelo International RDC/TMD Consortium Network, com versão de instrumentos traduzida para português. Reduz a subjetividade na avaliação de dor, ruídos e limitação de movimento da mandíbula.
Três graus do mesmo problema de erupção: um dente incluso está total ou parcialmente dentro do osso sem erupcionar; um dente impactado está bloqueado por outro dente ou obstáculo em seu caminho; um dente retido ultrapassou a idade esperada de erupção e permanece no osso. A distinção é feita por exame clínico e de imagem.
Primeira dentição, que começa a nascer na primeira infância e é gradualmente substituída pelos dentes permanentes. Participam da mastigação, da fala, da estética e da manutenção do espaço para os dentes permanentes, por isso merecem cuidado, mesmo sabendo que vão cair.
Grupo de condições que pode envolver os músculos mastigatórios, as articulações temporomandibulares e estruturas relacionadas, causando dor, travamento ou limitação de movimento. Não é sinônimo de bruxismo, embora os dois possam coexistir.
Procedimento que pode ser indicado quando o exame de imagem mostra volume ósseo insuficiente para receber um implante com estabilidade. A necessidade é definida por exame clínico e de imagem, nunca apenas pela aparência da gengiva.
Processo pelo qual um dente se desloca através do osso e da gengiva até alcançar sua posição funcional na boca. Segue uma faixa etária esperada, com variação individual real, e pode ser avaliada tanto na dentição decídua quanto na permanente.
Registro tridimensional digital das arcadas dentárias, feito sem moldagem convencional com massa. Mostra a superfície visível dos dentes e da gengiva com precisão já comprovada pela literatura científica, mas não substitui exames de imagem quando a pergunta clínica envolve raízes, osso ou estruturas internas.
Termo às vezes usado como sinônimo de lente de contato dental, variando conforme a espessura e o tipo de preparo do dente. Mais relevante do que o nome usado é entender quanto tecido dentário será modificado.
Fios reabsorvíveis usados em situações selecionadas dentro do planejamento facial. Não equivalem a um procedimento cirúrgico de lifting, e a expectativa de resultado deve ser alinhada ao tipo de fio e ao objetivo do caso.
Uso de escaneamento intraoral e comunicação digital com laboratórios parceiros para planejar e confeccionar próteses e outros tratamentos, com mais previsibilidade do que o fluxo totalmente manual.
Inflamação da gengiva sem perda dos tecidos de sustentação do dente, o estágio inicial e reversível da doença periodontal, antes de evoluir (ou não) para periodontite.
Área de atuação odontológica que reúne procedimentos voltados a proporções, volume e características da região orofacial, como toxina botulínica, preenchimento e bioestimuladores. A indicação é sempre individualizada, nunca padronizada.
Procedimento clínico de remoção de biofilme e cálculo (tártaro) aderidos à superfície do dente e abaixo da gengiva, parte central do tratamento da periodontite. Costuma ser seguido de reavaliação para verificar a resposta dos tecidos.
Restauração cerâmica fina aderida à superfície do dente, usada para alterar forma, proporção ou cor em casos selecionados. Pode exigir desgaste mínimo de esmalte ou, em alguns casos, quase nenhum, a necessidade só é definida na avaliação individual.
Sistema que utiliza dispositivos removíveis dentro de uma proposta de tratamento miofuncional para casos selecionados. Não substitui automaticamente alinhadores invisíveis ou outro tratamento ortodôntico, a escolha depende do diagnóstico individual.
Morte do tecido pulpar, geralmente irreversível. Pode ocorrer sem dor perceptível, por isso, nem todo dente que precisa de tratamento de canal dói.
Área de atuação que observa a relação entre músculos, língua, lábios, mastigação, deglutição, respiração e hábitos orais, e como esses fatores podem participar do desenvolvimento dentário e das arcadas, especialmente em crianças, mas também avaliável em adultos.
Três conceitos da cultura japonesa de hospitalidade e melhoria contínua, respectivamente, antecipar a necessidade do outro antes de ele precisar pedir, aprimorar processos de forma incremental e contínua, e cuidar do processo de fazer algo bem-feito, não apenas do resultado final. Usados na Nippo Dents como lente cultural para a prática de atendimento, não como promessa de resultado clínico.
Processo biológico pelo qual o osso se adere à superfície do implante, dando a ele estabilidade e função. É esse processo, e não apenas a cirurgia, que determina quando o implante está pronto para receber a prótese definitiva.
Prótese removível pelo próprio paciente que usa implantes para aumentar retenção e estabilidade, em comparação com uma dentadura convencional. Diferente da prótese protocolo, que é fixa e só o dentista remove.
Doença inflamatória crônica que envolve destruição dos tecidos que sustentam o dente (gengiva, osso e ligamento periodontal), diferente da gengivite, que é reversível e não destrói esses tecidos. Pode evoluir com poucos sintomas, por isso a avaliação periódica não pode depender apenas da presença de dor.
Inflamação ou infecção na região ao redor do ápice (ponta) da raiz do dente, geralmente originada por necrose da polpa. É um dos critérios usados em estudos clínicos para avaliar sucesso ou insucesso do tratamento endodôntico, através da presença ou ausência de radiolucência na radiografia.
Dispositivo removível usado, em determinadas situações, para proteger dentes e estruturas de sobrecargas, por exemplo, associadas ao bruxismo. Não é um tratamento universal nem substitui o diagnóstico da causa do problema.
Etapa em que dados do escaneamento intraoral e de exames de imagem são combinados em software para simular o tratamento antes da execução, pode ou não ser seguida de cirurgia guiada, dependendo do caso.
Método em que primeiro se define onde e como os dentes finais precisam estar, posição, proporção, função, para só depois planejar a posição dos implantes que vão sustentar essa prótese. Inverte a lógica de decidir o implante primeiro e adaptar a prótese depois.
Tecido interno do dente, que contém vasos sanguíneos e terminações nervosas. Quando esse tecido é comprometido de forma irreversível, por cárie profunda, trauma ou fratura extensa, pode ser necessário o tratamento de canal.
Avaliação de quanto tempo e em que condição um dente específico pode se manter em função, considerando estrutura, suporte periodontal e condição endodôntica. É o critério usado para decidir entre preservar, tratar, reconstruir ou substituir um dente.
Prótese que reconstrói ou substitui dentes usando suporte dentário ou implantes, sem ser removida pelo paciente no dia a dia. Inclui coroas, pontes e a prótese protocolo.
Prótese fixada sobre implantes, removida apenas pelo dentista quando necessário, não pelo paciente no dia a dia. Pode ser considerada para reabilitar uma arcada inteira sem dentes.
Prótese que pode substituir vários dentes ou uma arcada inteira e é retirada pelo próprio paciente para higiene, diferente da prótese fixa, que só o dentista remove.
Peça protética (coroa, ponte ou prótese completa) construída sobre um ou mais implantes já integrados ao osso. É a parte visível do tratamento, o implante em si fica abaixo da gengiva, funcionando como a raiz.
Exame de imagem bidimensional que oferece uma visão geral de dentes, raízes, estruturas ósseas e articulações. Menos detalhada que uma tomografia computadorizada, é indicada quando esse nível de detalhe já responde à pergunta clínica do caso.
Registro documentado de cada ciclo de esterilização de instrumentais, vinculando data, lote, responsável e resultado dos testes de controle ao paciente atendido, exigência reforçada pela RDC 1.002/2025.
Resolução da Diretoria Colegiada da ANVISA, publicada em dezembro de 2025, que atualiza as exigências de esterilização, processamento de produtos e rastreabilidade para serviços odontológicos, incluindo o fim de estufas de calor seco e esterilização química por imersão, fluxo unidirecional entre áreas suja/limpa/estéril e rastreabilidade de cada ciclo vinculada ao paciente. Consultórios já em funcionamento têm prazo de adequação de cerca de um ano a partir da publicação.
Retorno periódico ao dentista para reavaliação e manutenção, cuja frequência ideal depende do risco individual de cada pessoa, histórico de cárie, saúde periodontal, hábitos e presença de próteses ou implantes, e não de uma regra fixa aplicada a todo mundo.
Padrão de respiração predominantemente pela boca em vez do nariz, que pode ter diferentes causas e, em alguns casos, participar do desenvolvimento das arcadas dentárias. Obstruções e outras condições associadas podem exigir avaliação médica ou multiprofissional, não apenas odontológica.
Repetição do tratamento de canal em um dente já tratado anteriormente, indicada quando surge nova infecção, falha no selamento da primeira intervenção ou anatomia do canal não tratada da primeira vez. Não significa que o primeiro tratamento foi malfeito, pode refletir apenas a complexidade do caso.
Recurso de apoio ao conforto e ao controle de ansiedade durante procedimentos odontológicos, indicado e conduzido por profissional habilitado. Não substitui a anestesia local, que segue sendo a base do controle da dor durante o procedimento.
Exame de imagem tridimensional usado, em casos selecionados, para avaliar volume ósseo e estruturas anatômicas antes de um implante, participa do planejamento tridimensional junto ao exame clínico.
Substância que pode reduzir temporariamente a atividade de músculos selecionados, com objetivos estéticos ou funcionais dentro das indicações profissionais. O efeito é temporário e depende de dose, pontos de aplicação e resposta individual, não é um tratamento universal para bruxismo ou DTM.
Nenhum termo encontrado. Tente outra palavra, ou fale com a gente: a equipe explica pessoalmente.
A primeira consulta é conduzida pela Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha e existe para entender o seu caso por inteiro antes de qualquer proposta de tratamento.