Osso e gengiva
Influenciam diretamente a posição dos implantes, a estética final, a facilidade de higiene e o prognóstico de longo prazo.
Implantes e próteses são ferramentas. O tratamento é a reconstrução planejada do conjunto, aproveitando os dentes que podem ser preservados.
Quando existem dentes perdidos e dentes remanescentes ao mesmo tempo, a reabilitação pode combinar implantes, próteses e tratamentos de preservação.
Dentes com bom prognóstico podem ser preservados e integrados ao planejamento, evitando extrações desnecessárias. E não é preciso um implante para cada dente perdido: uma prótese inteira pode ser sustentada por um número bem menor de implantes do que o número de dentes ausentes.
Influenciam diretamente a posição dos implantes, a estética final, a facilidade de higiene e o prognóstico de longo prazo.
Dentes com bom prognóstico têm papel ativo no planejamento, não são obstáculo a ser removido.
As duas frentes precisam decidir juntas desde o início, para reduzir decisões isoladas.
A ordem em que as decisões são tomadas muda o resultado final mais do que a técnica usada em cada etapa.
Posiciona-se o implante onde há osso disponível e depois se descobre qual prótese cabe ali.
Primeiro se define onde e como os dentes precisam estar, posição, proporção e função, e só depois se planejam os implantes para sustentar essa prótese.

A Dra. Claudine conduz o diagnóstico e o planejamento clínico geral. Cirurgia e prótese participam desde o início, e é assim que evitamos que um implante seja posicionado sem pensar na prótese que vai sustentar, ou o contrário.
Conhecer a equipe completaNão. A quantidade de implantes depende do desenho protético e das condições do caso, uma prótese inteira pode ser sustentada por um número bem menor de implantes do que o número de dentes ausentes.
Sim, e um papel importante. Dentes com bom prognóstico podem ser preservados e integrados ao planejamento, evitando extrações desnecessárias, preservar primeiro, substituir só quando for realmente preciso.
Sim. Coroas, pontes, próteses removíveis ou estruturas sobre implantes podem ser combinadas quando há indicação, cada região da boca pode pedir uma solução diferente dentro do mesmo plano.
Em muitos casos, primeiro se define onde e como os dentes precisam estar, posição, proporção, função, e só depois se planejam os implantes para sustentar essa prótese. É o oposto de decidir a posição do implante primeiro e adaptar a prótese depois.
Entram, e influenciam diretamente a posição dos implantes, a estética final, a facilidade de higiene e o prognóstico de longo prazo, por isso fazem parte da avaliação desde o início, não só durante a cirurgia.
A avaliação define o prognóstico de cada dente antes de decidir o que preservar, o que reconstruir e o que substituir.
Conteúdos que ajudam a entender o próximo passo.
Conteúdo revisado clinicamente por Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha (CROSP 65.086), Diretora Técnica