Reabilitação com implantes e próteses, do que você ainda tem.

Implantes e próteses são ferramentas. O tratamento é a reconstrução planejada do conjunto, aproveitando os dentes que podem ser preservados.

O que é

Preservar primeiro, substituir depois.

Quando existem dentes perdidos e dentes remanescentes ao mesmo tempo, a reabilitação pode combinar implantes, próteses e tratamentos de preservação.

Dentes com bom prognóstico podem ser preservados e integrados ao planejamento, evitando extrações desnecessárias. E não é preciso um implante para cada dente perdido: uma prótese inteira pode ser sustentada por um número bem menor de implantes do que o número de dentes ausentes.

O que entra na conta

Nem tudo é dente.

01

Osso e gengiva

Influenciam diretamente a posição dos implantes, a estética final, a facilidade de higiene e o prognóstico de longo prazo.

02

Os dentes que ficam

Dentes com bom prognóstico têm papel ativo no planejamento, não são obstáculo a ser removido.

03

Cirurgia e prótese conversando

As duas frentes precisam decidir juntas desde o início, para reduzir decisões isoladas.

Método

O que é planejamento reverso.

A ordem em que as decisões são tomadas muda o resultado final mais do que a técnica usada em cada etapa.

O caminho comum

Decidir o implante primeiro

Posiciona-se o implante onde há osso disponível e depois se descobre qual prótese cabe ali.

  • A prótese se adapta ao que foi feito
  • Estética e higiene ficam em segundo plano
  • Limita as opções do desenho final
Como fazemos

Definir o dente primeiro

Primeiro se define onde e como os dentes precisam estar, posição, proporção e função, e só depois se planejam os implantes para sustentar essa prótese.

  • A cirurgia serve ao resultado
  • Estética e função entram desde o início
  • Osso e gengiva participam do plano, não da correção
Quem conduz

Duas frentes, uma decisão.

Retrato de Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha
Dra. Claudine Yumika Sassaki CunhaDiretora Técnica e Responsável Técnica CROSP 65.086

A Dra. Claudine conduz o diagnóstico e o planejamento clínico geral. Cirurgia e prótese participam desde o início, e é assim que evitamos que um implante seja posicionado sem pensar na prótese que vai sustentar, ou o contrário.

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O que as pessoas costumam perguntar.

01

Preciso de um implante para cada dente que perdi?

Não. A quantidade de implantes depende do desenho protético e das condições do caso, uma prótese inteira pode ser sustentada por um número bem menor de implantes do que o número de dentes ausentes.

02

Meus dentes remanescentes têm algum papel nisso?

Sim, e um papel importante. Dentes com bom prognóstico podem ser preservados e integrados ao planejamento, evitando extrações desnecessárias, preservar primeiro, substituir só quando for realmente preciso.

03

É possível combinar tipos diferentes de prótese no mesmo caso?

Sim. Coroas, pontes, próteses removíveis ou estruturas sobre implantes podem ser combinadas quando há indicação, cada região da boca pode pedir uma solução diferente dentro do mesmo plano.

04

O que é "planejamento reverso"?

Em muitos casos, primeiro se define onde e como os dentes precisam estar, posição, proporção, função, e só depois se planejam os implantes para sustentar essa prótese. É o oposto de decidir a posição do implante primeiro e adaptar a prótese depois.

05

Osso e gengiva também entram nessa conta?

Entram, e influenciam diretamente a posição dos implantes, a estética final, a facilidade de higiene e o prognóstico de longo prazo, por isso fazem parte da avaliação desde o início, não só durante a cirurgia.

Cada caso pede uma combinação.

A avaliação define o prognóstico de cada dente antes de decidir o que preservar, o que reconstruir e o que substituir.

  • OndeAv. Fagundes Filho, 141, cj 66, São Judas, São Paulo
  • MetrôA 120 m da estação São Judas
  • HorárioSeg a Sex, 9h às 20h · Sáb, 8h às 13h

Conteúdo revisado clinicamente por Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha (CROSP 65.086), Diretora Técnica