Bruxismo muda o plano
A sobrecarga pode aumentar o risco de fraturas nas lentes e a necessidade de manutenção. Esse ponto precisa entrar no planejamento desde o início, não ser descoberto depois.
Lentes podem transformar forma e proporção, mas não são a primeira escolha para todo sorriso. A pergunta que importa é quanto tecido dentário será modificado, e por quê.
Lentes de contato dental são restaurações cerâmicas finas, aderidas à superfície dos dentes. A indicação precisa considerar estrutura saudável, posição, cor, mordida, gengiva e as suas expectativas reais.
Lente e faceta: os termos podem variar conforme a espessura e o tipo de preparo utilizado. Mais importante do que o nome é entender quanto tecido dentário será modificado, e por quê. Essa é a pergunta que realmente importa.
E não é verdade que lentes nunca exigem desgaste. Alguns casos permitem preparo mínimo, ou até ausência de desgaste relevante; outros exigem redução da estrutura dentária.

A sobrecarga pode aumentar o risco de fraturas nas lentes e a necessidade de manutenção. Esse ponto precisa entrar no planejamento desde o início, não ser descoberto depois.
Podem permanecer por muitos anos, mas podem exigir manutenção ou substituição ao longo do tempo, como qualquer restauração de longo prazo.
Procedimentos que envolvem desgaste de esmalte não devem ser apresentados como reversíveis. O esmalte removido não volta.
A lente não é o ponto de partida. É uma das saídas possíveis, e nem sempre a mais adequada.
Se o problema é só cor, clareamento pode resolver. Se é posição, alinhadores podem corrigir. Se é uma alteração pequena, uma restauração direta pode ser suficiente.
Alterações de forma e proporção, cor resistente a abordagens conservadoras e objetivos bem definidos.

A Dra. Jennifer Guimarães da Silva conduz os casos de Dentística e Estética na clínica. O objetivo é sempre escolher a intervenção mínima capaz de atingir o resultado compatível com o seu caso.
A avaliação inicial de todo paciente é feita pela Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha, responsável técnica da clínica. É ela quem dá a visão completa do caso e indica o caminho dentro da equipe, para que você não precise escolher a especialidade sozinho.
Conhecer a equipe completaOs termos podem variar conforme a espessura e o tipo de preparo utilizado. Mais importante do que o nome é entender quanto tecido dentário será modificado, e por quê, essa é a pergunta que realmente importa na sua avaliação.
Nem sempre. Alguns casos permitem preparo mínimo, ou até ausência de desgaste relevante; outros exigem redução da estrutura dentária. Prometer "zero desgaste" antes da avaliação clínica não é uma prática responsável, e deve levantar uma bandeira vermelha se você ouvir isso em qualquer lugar.
Alterações de forma, proporção, cor resistente a abordagens mais conservadoras, pequenas fraturas e outros objetivos específicos e bem definidos.
Se o problema é só cor, clareamento pode resolver. Se é posição, alinhadores invisíveis podem corrigir. Se é uma alteração pequena, uma restauração direta pode ser suficiente, a lente não é o ponto de partida padrão, é uma entre várias possibilidades.
Merece atenção redobrada. A sobrecarga do bruxismo pode aumentar o risco de fraturas nas lentes e a necessidade de manutenção, esse ponto precisa entrar no planejamento desde o início, não ser descoberto depois.
Procedimentos que envolvem desgaste de esmalte não devem ser apresentados como totalmente reversíveis, o esmalte removido não volta. É uma decisão que vale a pena tomar com essa informação clara desde o início.
Podem permanecer por muitos anos, mas não são vitalícias, e podem exigir manutenção ou substituição ao longo do tempo, como qualquer restauração de longo prazo.
A avaliação diz se a lente é o caminho, se existe uma opção mais conservadora, e quanto de estrutura o seu caso exigiria.
Conteúdos que ajudam a entender o próximo passo.
Conteúdo revisado clinicamente por Dra. Jennifer Guimarães da Silva · Responsável técnica: Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha (CROSP 65.086)