Comunicação pela idade
A conversa é adaptada à idade da criança, e não à pressa do adulto.
Acompanhamento da prevenção, da erupção dos dentes, do desenvolvimento da dentição e dos hábitos, de bebês a adolescentes.
A Odontopediatria acompanha prevenção, erupção dos dentes, desenvolvimento da dentição, hábitos e necessidades de bebês, crianças e adolescentes.
Dentes de leite participam da mastigação, da fala, da estética e da manutenção do espaço para os dentes permanentes, além de também poderem apresentar cárie, infecção e dor, exatamente como os permanentes.
A Academia Americana de Odontopediatria recomenda a primeira consulta até o primeiro ano de vida, ou em até 6 meses após a erupção do primeiro dente, o que acontecer primeiro.

A conversa é adaptada à idade da criança, e não à pressa do adulto.
Consultas preventivas ajudam a construir familiaridade com o consultório antes de existir dor.
O atendimento não deve ser apresentado à criança como consequência de um comportamento.
Existe uma faixa de normalidade na troca dos dentes, mas com variação individual real.
Até o primeiro ano de vida, ou em até 6 meses após a erupção do primeiro dente. O acompanhamento começa antes de existir problema.
Higiene, frequência de açúcares na dieta, uso de creme dental fluoretado na quantidade adequada para a idade e supervisão de um adulto.
Erupção, troca dos dentes e mordida são observados ao longo do crescimento. Avaliar cedo não significa iniciar tratamento ortodôntico imediatamente.
Chupeta e sucção do dedo dependem de intensidade, frequência e duração, além do estágio de desenvolvimento. Quando necessário, pode exigir integração com Tratamento Miofuncional.
Fraturas e deslocamentos precisam de avaliação rápida. Dentes permanentes que saem completamente do lugar representam uma urgência real; dentes de leite avulsionados não devem ser reimplantados.

A avaliação inicial é conduzida pela Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha, responsável técnica da clínica, que direciona o caso dentro da equipe conforme a necessidade identificada.
Conhecer a equipe completaA Academia Americana de Odontopediatria (AAPD) recomenda a primeira consulta até o primeiro ano de vida, ou em até 6 meses após a erupção do primeiro dente, o que acontecer primeiro. O acompanhamento pode começar antes de existir dor ou qualquer problema visível, criando espaço para orientação de higiene, alimentação, erupção e prevenção desde cedo.
Sim, e bastante. Eles participam da mastigação, da fala, da estética e da manutenção do espaço para os dentes permanentes, além de também poderem apresentar cárie, infecção e dor, exatamente como um dente permanente.
Higiene regular, creme dental fluoretado na quantidade adequada para a idade, supervisão de um adulto, atenção à frequência de açúcares na dieta e avaliação de risco individual fazem parte do cuidado preventivo.
Existe uma faixa de normalidade, mas com variação individual real. Atrasos relevantes, dentes permanentes nascendo em posições inesperadas, ou assimetrias entre os dois lados da boca merecem avaliação, não são, necessariamente, motivo de alarme, mas merecem ser olhados de perto. Entenda o atraso na erupção dentária.
Não. Alterações de mordida podem ser acompanhadas durante o crescimento, e avaliar cedo não significa necessariamente iniciar um tratamento ortodôntico imediatamente, muitas vezes, o papel da avaliação precoce é só observar e decidir o momento certo, não antecipar uma intervenção.
Depende da intensidade, frequência e duração do hábito, além do estágio de desenvolvimento da criança, e, quando necessário, pode exigir integração com Tratamento Miofuncional. Não é um "sim" ou "não" automático.
Fraturas e deslocamentos precisam de avaliação rápida. Dentes permanentes que saem completamente do lugar (avulsão) representam uma urgência real; já dentes de leite avulsionados não devem ser reimplantados por conta própria, a orientação, nesse caso, é diferente da que se daria para um adulto.
Consultas preventivas, sem a pressa de uma urgência, e uma comunicação adequada à idade da criança ajudam a construir familiaridade com o consultório, sem associar o atendimento a ameaça ou punição. É mais fácil prevenir o medo do que desfazê-lo depois.
A primeira consulta pode acontecer até o primeiro ano de vida, ou até 6 meses depois do primeiro dente.
Conteúdos que ajudam a entender o próximo passo.
Conteúdo revisado clinicamente por Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha (CROSP 65.086), responsável técnica geral