Mastigar com estabilidade
A prótese fica apoiada nos implantes, não nos tecidos da gengiva, o que muda a sensação de segurança ao morder.
Uma arcada inteira sustentada por implantes, fixada de forma que só o dentista remove. É uma alternativa à dentadura para casos selecionados, e a avaliação é que diz se o seu é um deles.
A prótese protocolo é uma reabilitação fixa sustentada por implantes. Pode ser considerada para quem perdeu todos ou grande parte dos dentes de uma arcada e busca uma alternativa às próteses removíveis.
Implantes são distribuídos ao longo da arcada para sustentar uma prótese que permanece fixada e só é removida profissionalmente, pelo cirurgião-dentista, quando há necessidade clínica, nunca pelo paciente, no dia a dia.
Isso muda a rotina de forma concreta: não existe retirar para limpar, não existe adesivo, não existe o receio de a prótese se soltar ao falar ou mastigar.

A prótese fica apoiada nos implantes, não nos tecidos da gengiva, o que muda a sensação de segurança ao morder.
Sem mobilidade e sem adesivo, a fala deixa de ser um exercício de atenção constante.
O número de implantes, a distribuição das forças e o desenho da prótese são definidos antes, no planejamento, não durante a cirurgia.
A fase provisória precisa estar prevista desde o começo. É o que evita a pergunta mais temida, a de ficar sem dentes no meio do caminho.
Condição óssea, gengival e geral, além dos seus objetivos. É aqui que se define se a protocolo é indicada para o seu caso.
Onde e como os dentes precisam estar. Só depois disso se define quantos implantes e em que posição.
Alguns casos permitem uma prótese provisória em curto prazo, desde que critérios de estabilidade e segurança sejam atendidos durante a própria cirurgia.
O período em que o osso responde aos implantes. A duração varia com o caso e não se encurta por vontade.
A peça final é instalada e entram as manutenções periódicas, que fazem parte do tratamento, não são um extra.
Nenhuma das duas é automaticamente melhor. A escolha depende de diagnóstico, saúde bucal geral e das suas prioridades no dia a dia.
Se apoia principalmente sobre os tecidos da gengiva e é removida pelo próprio paciente.
É fixada sobre implantes e só o cirurgião-dentista remove, quando há necessidade clínica.

O planejamento pode integrar Implantodontia, Prótese e Reabilitação Oral. O Dr. Marcos Massaru Tanaka tem formação em Reabilitação Oral e atuação em próteses.
Em casos complexos, as duas frentes decidem juntas desde o início. É assim que se evita um implante posicionado sem pensar na prótese que ele vai sustentar.
A avaliação inicial de todo paciente é feita pela Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha, responsável técnica da clínica. É ela quem dá a visão completa do caso e indica o caminho dentro da equipe, para que você não precise escolher a especialidade sozinho.
Conhecer a equipe completaImplantes são distribuídos ao longo da arcada para sustentar uma prótese que permanece fixada e só é removida profissionalmente, pelo cirurgião-dentista, quando há necessidade clínica, nunca pelo paciente, no dia a dia.
Não existe um número universal. Anatomia, planejamento protético, sistema de implante utilizado e distribuição das forças de mastigação influenciam essa decisão, dois pacientes com perdas parecidas podem receber planejamentos diferentes.
Alguns casos permitem uma prótese provisória em curto prazo, desde que critérios de estabilidade e segurança sejam atendidos durante a própria cirurgia. Não é uma promessa que se faz antes da avaliação, é uma possibilidade que se confirma durante o planejamento.
O planejamento precisa prever a fase provisória antes de começar. A solução depende da condição inicial da sua boca e da possibilidade real de carga imediata no seu caso.
Sim, e com atenção redobrada. A região de transição entre a prótese, a gengiva e os implantes exige limpeza específica, orientada pela equipe, além de manutenção profissional periódica.
Não existe prazo vitalício garantido para nenhuma reabilitação. Um estudo multicêntrico retrospectivo com 581 implantes e acompanhamento médio de mais de 5 anos encontrou taxa de sobrevivência cumulativa de 97,4% para a prótese e 95,9% para os implantes em 10 anos, números altos, mas que dependem de manutenção contínua: componentes, parafusos, dentes protéticos e os tecidos ao redor dos implantes precisam de acompanhamento regular.
A dentadura é removível e se apoia principalmente sobre os tecidos da gengiva; a protocolo é fixada sobre implantes. A escolha entre elas depende de diagnóstico, saúde bucal geral e das suas prioridades no dia a dia, nenhuma das duas é automaticamente "melhor".
A avaliação é conduzida pela Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha e existe para entender se a protocolo é indicada no seu caso, antes de qualquer proposta.
Conteúdos que ajudam a entender o próximo passo.
Conteúdo revisado clinicamente por Dr. Marcos Massaru Tanaka (Reabilitação Oral e Próteses) · Responsável técnica: Dra. Claudine Yumika Sassaki Cunha (CROSP 65.086)